24 agosto, 2016

OS 100 ITENS (25)

34. Imitar uma vaca.
Não me lembro de nenhuma situação exata onde isto tenha acontecido. Mas já aconteceu de certeza.
Sei lá, em alguma palhaçada com a Nela, talvez.

23 agosto, 2016

OS 100 ITENS (24)

32. Dormir ao relento.
Em tendas de campismo não vale. Mas num saco-cama sim, sem nenhum teto.
Foi uma boa experiência que, aliás, estava na lista das coisas que queria fazer antes de terminar a vida académica.
Done!

22 agosto, 2016

OS 100 ITENS (23)

31. Fazer um passeio à noite na praia.
Acho que só o fiz uma vez, quando tinha 17 anos, em Quarteira, com a mana e com dois moços que conhecemos lá. 
Só anos mais tarde percebi o perigo disso.
Neste momento não o faria.

21 agosto, 2016

OS 100 ITENS(22)

30. Roubar uma placa/sinal de trânsito.
Não fui eu mas fui cúmplice do sinal de "proibição de estacionar" que a mana roubou no "Pinheiro", em 2010 ou antes. Ainda está lá em casa em frente à garagem.

A placa dos gelados "Olá" do café do Paulo não foi roubada por mim mas a pensar em mim, disse a Inês toda contente.

20 agosto, 2016

OS 100 ITENS (21)

29. Beijar um estranho.
Credo! Já tive esta fase. Algum rapaz que se metesse comigo na discoteca (e que me interessasse também) depois de eu já ter bebido, pimba!, era um alvo "fácil" e uma beijoqueira. Há um ou outro que nem da cara me lembro.

19 agosto, 2016

OS 100 ITENS (20)

28. Ter amigos fantásticos.
Amigos da universidade, que entretanto deixaram de o ser.
E os meus amigos de Valência que, apesar da distância de todos eles, ainda nos falamos.

E claro, amigas como a Cila e a Cláudia que vão ser para a vidinha.

18 agosto, 2016

OS 100 ITENS (19)

27. Cuidar de alguém embriagado.
Sim. Também me tocou. 10 de setembro de 2007. Fiquei uma hora na casa de banho porque ela dizia que ainda não estava a sentir-se bem e que ainda não queria sair.
E de tão pesada que estava, ainda tenho a cicatriz no joelho de ter caído com ela na rua.

Ahhhh! Sou ou não sou boa pessoa?

16 agosto, 2016

OS 100 ITENS (18)

26. Conhecer o meu país.
Sim, sim. Principalmente quando era pequena e fazia viagens com os papás. 
- Lisboa e arredores
- Serra da Estrela
- Serra do Marão e Amarante
- Mirandela
- Batalha e Óbidos
- Algarve
- Alentejo
Alguns destes locais só estive uma vez, por isso ainda bem que os fiz com os pais.

Depois há Viana do Castelo com a escola, Paredes de Coura e Caminha com os amigos, Coimbra e Figueira da Foz com a mana. E mais umas quantas. 

Mas há muuuuito, muuuuito mais a explorar. E eu tenho uma pequena lista a fazer. 
Entre elas, o Gerês (explorar mais), Piódão e Foz d'Égua, interior do Alentejo.

15 agosto, 2016

OS 100 ITENS (17)

24. Estar mesmo feliz com a vida.
É bom saber que já estive assim. E foi de certeza nos tempos académicos (só para variar um bocadinho). 
- Vida relaxada em que só tinha de ir às aulas. Se estivesse com sono de manhã não ia. 
- Não me matava muito a estudar (o curso não o exigia).
- Fazia os trabalhitos de grupo mas na descontração.
- Tinha amigos (muitos amigos) que gostavam de mim. 
Sei lá, não tinha grandes responsabilidades ou preocupações. 

Quando o mundo do trabalho começa é que as coisas mudam.
Entre a procura de trabalho incessante, o meio caótico onde vivo e a distância da família e do amigos chega para não poder dizer o mesmo atualmente.
No entanto, há o namorado que vai preenchendo os maus momentos com almoços de domingo ou jantares e que me fazem esquecer a mauvaise vie que tenho.

13 agosto, 2016

OS 100 ITENS (16)

22. Dançar como uma louca e não me preocupar se estão a olhar.
Para isto acontecer já tinha de ter uns copinhos. E nos tempos académicos não era difícil.
Enquanto sóbria, sempre tímida para dançar (ainda hoje). Depois daquele número de copos, c'est bon, queria lá saber se alguém estava a olhar ou não.

12 agosto, 2016

OS 100 ITENS (15)

21. Andar de montanha russa.
Talvez a Bracalândia tenha sido o primeiro lugar onde andei de montanha russa. Mas sem certezas.
Depois era em qualquer festa da cidade. Guimarães, Felgueiras, Fafe. Corria tudo.

Atualmente sou menos corajosa e talvez ponderasse uma voltinha na atração popular.

11 agosto, 2016

OS 100 ITENS (14)

20. Gritar o mais alto que puder.
Desde que aprendi a fazer o AUUUUUUU com o M. (amigo de universidade) e bebia uns copinhos, aí estava eu a mostrar o vozeirão que há dentro de mim.

AUUUUUUUUUU

10 agosto, 2016

OS 100 ITENS (13)

19. Dormir abraçada a alguém.
Claro. Com o meu príncipe. Sempre. Exceto no verão que ele diz que eu transpiro.

Mas sou uma abraçadora. Fazia o mesmo com a irmã.
E até com a Nela: "Ui, porque é que me estás a abraçar? Esta rapariga bate mal."

09 agosto, 2016

OS 100 ITENS (12)

18. Convidar um amigo para sair.
Claro! Não é uma ato masculino.
O Miguel, por exemplo. Naqueles dias em que me sentia sozinha, o Miguel era sempre a "vítima" e a boa companhia.

SMS: Olá Miguel! Que vais fazer hoje? Queres ir tomar um cafezinho?

Era mais ou menos isto.

08 agosto, 2016

OS 100 ITENS (11)

17. Apostar e perder.
Ui, eu sei lá agora.
Já aconteceu, claro. Deixa lá pensar.

Que a música que está a passar na rádio é de alguém que eu conheço mas não é do Justin Bieber. 
Afinal era!

13 junho, 2016

CAFÉ CURTO



E não é que este moço sabe o que diz!

- Nem sempre a vida nos vai bem
- Não é como te diz o vizinho
- E aquele teu falso amigo
- O que a vida te dá é a melhor lição
- Vais ver que um dia és só tu
- A vida tem só dois dias: no 1º refilas, o outro perdes nas filas
- Ele [o mundo] não pára um segundo
- Vais perder o lugar, só há uma sessão

01 junho, 2016

ESCOLAS DE BAIRRO - O PIOR DOS PESADELOS

Este tema nem merecia vir para o meu blog, mas eu e os pormenores não nos damos bem. Por isso tenho de registar para daqui a uns anos ainda me rir com isto. (e espero mesmo rir)
E é sobre a nova escola onde estou. Sim, despedi-me de onde estava para vir para esta escola de malucos, onde a educação é coisa que muitos nunca vão chegar a ter. Como eu costumo dizer, é a Amadora no Luxemburgo.

Aqui vão algumas citações dos alunos deste estabelecimento. De referir que é uma escola do 1º ciclo com seis anos de estudos. Os alunos podem ter até 12 anos. Algumas das citações podem chocar. Não aconselhável a pessoas sensíveis.

Alunos na minha sala de aula:
- A minha mãe não quer que eu coma doces antes do jantar. Ela diz "se te pões a comer doces, depois vais para a mesa e não comes um cu"

- As raparigas estão a demorar muito na casa de banho. Devem estar a mexer na rata.

- Como é que as primeiras pessoas do mundo sabiam como se faziam filhos?

- Tás nervoso? Sabes como é que diz a minha mãe? Mete os nervos pelo cu acima.

- A minha mãe foi ontem à consulta mas ainda não deu para ver se tem pila ou virgínia (a mãe está grávida)

Alunos na sala de aula das minhas colegas:
- O meu padrasto vai para a cave com a minha irmã. Eu sei o que eles vão para lá fazer. A minha irmã agora tem namorado e o meu padrasto não gosta nada dele. A minha mãe diz que não faz mal porque eles só foram para a cave uma vez, mas eu sei que eles já foram outra vez. Eu não quero que a segurança social venha lá a casa porque um dia mais tarde eu quero ter um trabalho e posso ter problemas em arranjá-lo por causa disso.

- Quanto é que mede a tua pila? Temos de a medir quando ela estiver assim mais reta.
(entretanto arrancavam os pelos e colocavam em cima da mesa)

- Eu até chamo o meu pai para te vir papar o que tens no meio das pernas. (dito por uma rapariga para a professora)

- Que fixe! Hoje é sexta. Hoje à noite vou pró karaoke com o meu pai, bebemos umas bejecas e no fim levamos umas gajas pra casa. Tumba, tumba, tumba, toda a noite.

- Oh professora, porque é que às vezes a piça endireita?

(post em contínua atualização até dia 15 de julho)

02 março, 2016

FÉRIAAAAAAASSSS

Tá feito. No passado dia 26 de fevereiro, para além dos anos da mamã, reservamos as nossas férias. Mas férias como deve ser. Desta vez não são férias culturais em que saltamos de museu em museu, de rua em rua e que compramos algo típico dessa cidade. 
Desta vez são férias com muito sol, calor e areia branca. 
Sardenha, espera-nos que nós em julho estamos aí.
Alugamos também um carro para podermos dar umas voltas e conhecer as praias da ilha. Oh tou tão contente! (apesar de ser uma época em que toda a gente está de férias, tenho medo que algum trabalho surja nessa altura e me impeça de ir. Cruzar os dedos).
A casa também já está arrendada e foi através do Airbnb. É a primeira vez que reservamos neste site mas já falamos com o proprietário e tem tudo para correr bem.

É só fazer uma pequena dieta e esperar que o dia chegue.

15 fevereiro, 2016

DIA DOS NAMORADOS

Mais um dia dos namorados que passou e mais um dia em que o piccolo se esmerou. Como o quiero tanto!
No dia anterior (sábado) não estive nada bem por causa da entrevista que tive na sexta no rectorat onde a senhora nem foi com a entrevista até ao fim (que nem vou detalhar). Então, se não estava bem, pus o piccolo também meio aborrecido. O que não gosto nada, porque aquilo que preciso nestes momentos é de ânimo.
Mas pronto.
No domingo, dia dos namorados, fomos ao mercado de Versailles comprar massa em forma de coração e manga para o almoço e lagosta e bolo de chocolate para o jantar. Muito lindo!

À tarde vimos um episódio de Breaking Bad (em italiano) e trocamos as prendinhas. Eu dei-lhe aquilo que lhe devia ter dado no início de dezembro: a pen dentro de um frasquinho. Ele deu-me um coração para a pandora. Não contive as lágrimas. Always in my heart dizia de um lado. 
E por ficar assim tão frágil, não quis ver o vídeo, que estava na pen, com ele.
Ele viu-o hoje e já me mandou mensagem. Não sei se gostou mesmo ou se ficou um pouco indiferente. Quando estiver com ele verei melhor a reação. 
À noite, noite de lingerie, claro.
Foi um dia normal. Mas pensando agora no dia, só posso pensar em como tenho um namorado que tanto gosto e que trata tão bem. E que sou tantas vezes injusta com ele (como quando me enervo com alguma coisa e descarrego nele sem dó).

Como o amo!

05 janeiro, 2016

PARIS, TRABALHO E PICCOLO

Primeiro texto do ano. E não começa bem.
Segundo dia de aulas. 
Fiquei na lista dos excluídos na candidatura para professores de português no estrangeiro. Há sempre alguma coisa que não está bem. Desta vez não enviei os diplomas de inglês e espanhol. E enganei-me numa opção em relação à minha situação profissional atual. Que mania de não perguntar e querer fazer sozinha. Sim, mas isto não é só culpa minha. O facto das pessoas serem cada vez mais por si, faz com que eu nem sequer ouse fazer perguntas, adivinhando logo a resposta. Tenho de começar a pensar que nem sempre é assim e ainda menos numa situação desta onde há pessoas postas à disposição precisamente para tirar dúvidas. 
Agora tenho de saber se o jardim de infância onde trabalho está interessado em me contratar para o próximo ano letivo. Melhor do que em part-time como professora de português.
Já chorei hoje. Saber isso da candidatura EPE, mais o facto do meu piccolo não estar cá esta semana e ainda mais por estar completamente sozinha nesta cidade. A colega de casa ainda só lhe disse praticamente bom dia de manhã e boa noite à noite desde sábado. Cada uma tem o seu quarto e não há cá que incomodar os outros.
Cheguei sábado e à parte o local de trabalho, praticamente não falei com ninguém por mais de dois minutos. E mesmo no trabalho é triste ter de falar só com os alunos que têm metade da minha idade. (no jardim de infância ainda me vou safando com alguns adultos, bah. É o que vale).
Ainda na semana passada estava a partir-me a rir e esta semana já pareço outra pessoa. Como uma cidade pode mudar as pessoas. Como é verdade dizer "Em Roma sê romano". E como é verdade ter mesmo de o ser para não fugir aos hábitos comuns da sociedade.


O A. esteve em minha casa na passagem de ano. Conheceu toda a família. Os primos falaram muito com ele mas o que valeu foi que algumas coisas eram em português. Têm uma conversa muito porca, estes meus primos. Ainda não sei se gostou ou se levou a mal certas coisas. Ainda mal falei com ele depois disso. No primeiro dia do ano arrependi-me logo de o ter apresentado à família. O rapaz às vezes é tão distante que eu não sei em que é que ele está a pensar e ele também não diz. Primeiro não é nada, depois inventa qualquer coisas para me calar. Mas aí ainda é pior porque se contradiz. Enfim! Às vezes tenho vontade de acabar com esta relação devido a estas situações que me deixam insegura. Mas depois penso no quão homem da minha vida ele é. Quero que ele venha rápido e quero que ele esteja sempre comigo. Sozinha é que eu não posso estar nesta cidade.